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Saiba mais sobre as smart cities e como este conceito vai impactar a construção civil

Você já ouviu falar em smart cities? O conceito, muito difundido no mercado, já está tomando conta das reflexões tanto de pessoas ligadas à políticas públicas de planejamento urbano, como de construtoras privadas, que vão precisar se adequar a esta nova revolução tecnológica que está por vir. As smart cities são nada menos que cidades planejadas, integrativas, que contemplem um ecossistema sustentável e com um funcionamento completamente digital. De acordo com o Cities in Motion Index, do IESE Business School na Espanha, são 10 os fatores que indicam o nível de inteligência de uma cidade: governança, administração pública, planejamento urbano, tecnologia, meio-ambiente, conexões internacionais, coesão social, capital humano e economia.

Embora seja recente, este conceito já movimenta um mercado global de soluções tecnológicas, que é estimado a chegar em US$ 408 bilhões até 2020, mais do que isso, já é realidade em cidades como Songdo, na Coreia do Sul (ainda em construção) e a cidade-estado de Singapura que já colocou em práticas vários exemplos de como ser uma cidade inteligente e pretende servir de referência para o mundo.

Mas, como fica a questão quando se trata de trazer essa realidade para países subdesenvolvidos, como o Brasil? Bem, a tecnologia 5G de transmissão de dados será o principal agente facilitador. A Anatel agendou o leilão para o fornecimento dessa tecnologia para o início de 2020, a partir daí esta revolução começa a ficar mais próxima do Brasil.

O 5G é tão importante por ser fundamental para agilizar o tráfego de informações virtuais e até possibilitar a ampliação da digitalização de tudo o que já existe hoje. Por exemplo, os postes de iluminação pública poderão ser digitais, ter a capacidade de gerar informações sobre e para as pessoas que transitam próximas a eles, serem movidos a energia limpa (solar) e ainda servirem como ponto para carregar carros elétricos (uma outra inovação cada vez mais próxima de se popularizar).

O impacto no setor de construção civil também promete ser imenso e os projetos terão de nascer cada vez mais alinhados à essa nova estrutura urbana. De maneira geral, eles precisam focar no consumo e geração de energia limpa, na reutilização da água e em qualquer processo que signifique uma visão sustentável para a conservação da vida. Segundo Boyd Cohen, pesquisador americano PhD em urbanismo, as smart cities são espaços urbanos capazes de promover o desenvolvimento econômico e aumentar a qualidade de vida das pessoas. Os engenheiros da Nova Fonte Engenharia, já estão de olho nessas soluções e em traduzir as tendências do mercado de urbanismo inteligente para o cenário brasileiro, sempre com o objetivo de desenvolver projetos inovadores e no timig da sociedade do futuro.

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